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Conto de Terror: Apenas uma pequena narrativa

Olá galera! A muito tempo atrás eu postei ESTE conto de terror aqui no blog, e depois nunca mais. Só que vi alguns comentários pedindo para que eu postasse outros, então aqui estou eu!
Espero que gostem e não deixem de comentar, quem sabe não passo a postar outros textos aqui também!


 

Então escurece e chega a hora de dormir.
Você se deita em sua cama e tudo que mais deseja é uma boa noite de sono.
A intensa penumbra toma conta de tudo, até de seus pensamentos.
Você fecha seus olhos em busca de alento e descanso.
E então começa o desespero...
Teu corpo é tomado pelo terror e vultos passeiam pelo seu quarto. 
Um mórbido baile começa em sua mente, onde fantasmas dançam ao som da morte.
Insetos criados por sua mente passeiam em sua pele. 
Espíritos entram em teu corpo em busca de seus medos mais profundos, e desejos mais profanos.
Você se imagina num beco sem saída... Onde tudo que você pode fazer é gritar.
Seu corpo começa a suar e os fantasmas continuam a passear em sua mente, rindo e lhe assombrando.
Você grita e se pergunta por que aquilo está acontecendo com você.
Então você ouve uma voz sussurrada e sombria em teu ouvido.
A voz faz arrepiar cada centímetro de seu corpo.
E tudo que ela diz é... Nós só queremos... Que você tenha... Bons pesadelos!!
E sua risada ecoa no fundo de sua alma...

Beatriz Cristina



PS: Este não é exatamente um conto, mas sim uma narrativa como diz o título ^^

Conto de Terror: Fome de Carne

 O que contarei agora é uma história real, que aconteceu comigo, e que não gosto nada de lembrar.
 Éramos cinco amigos e estávamos indo passear na praia, pela primeira vez iriamos todos juntos.
 Chegamos na casa que alugamos por volta de duas da tarde, entramos na casa e sentimos o ar gelado, úmido e sombrio. 
 Um suposto medo percorrer minha espinha, deixado-me completamente arrepiada. No entanto, pensei que era um bobagem e simplesmente ignorei.
 Fomos "conhecendo" a casa e meu medo continuou e a cada passo ele aumentava.
 Cheguei ao quarto onde passaria a noite, a porta estava fechada, arrepios circulavam todo o meu corpo. Abri a porta devagar com medo que poderia estar lá dentro. Assim que a abri uma imagem de horror invadiu minha visão e gritos agudos de medo saíram de minha boca. Corpos em estado de decomposição estavam esticados sobre os lençóis, marcas de sangue cobriam o chão e as paredes.
 Enquanto olhava aquilo paralisada ouvi gritos vindos do quarto de Johnny, não eram apenas gritos de medo: ele estava sendo atacado.
 Saí correndo, mas minhas pernas ainda estavam paralisadas, então elas não se moviam tão rapidamente.
 Quando cheguei ao quarto vi o corpo dele estraçalhado, quase não dava para identificá-lo.
 Para meu horror ouvi gritos vindos do quarto de Elisa. Quando cheguei lá a mesma imagem do quarto de Johnny: seu corpo estraçalhado no chão.
 Mais gritos surgiram, agora vindos do quarto de Ana e Luan. Dessa vez não fui até lá, desci correndo as escadas, eu tinha que sair dali.
 Eu sentia: ele estava vindo me pegar!
 Consegui entrar no meu carro ao mesmo tempo que uma criatura, que parecia vinda do inferno, atingiu o vidro.
 Sua forma canina parecia querer quebrar o vidro. Seus olhos vermelhos como o sangue e seus dente formando um sorriso diabólico, pareciam uma réplica do demônio.
 Acelerei o carro jogando-o para o alto antes que ele quebrasse o vidro.
 Dirigi a toda velocidade, até que em determinado ponto olhei para trás: ele não estava lá. Suspirei aliviada e voltei a olhar para frente: lá estava ele!
 Acelerei com toda força atropelando-o e o deixando caído no chão, aproveitei e, dando ré, passei por cima dele matando-o ou, pelo menos, deixando-o inconsciente.
 Continuei dirigindo, amedrontada, e só garanti uma coisa a mim mesma: Nunca mais voltarei àquele lugar.

                                                                                      (História Fictícia)

                                                                                                      (Beatriz Cristina)